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HISTÓRIA - VENDAVAL EM TALISMÃ:

14/10/2011 A maior chuva já registrada em Talismã -TO.

29/10/2011 - Vendaval destrói casas em Talismã e deixa a cidade às escuras

29/02/2012 - Vento forte volta assustar a comunidade talismaense

20/09/2012 - Vendaval e granizo causam um rastro de destruição e pânico

30-10-2012 - Vendaval interdita BR 153 em Talismã

Em 12 de fevereiro de 2001, um dos maiores vendavais varreu o Municipio de Talismã - Matéria não disponivel até o momento - Arquivos do Grupo Raiz da Terra.

DEFESA CIVIL DE TALISMÃ TEM UM CRONOGRAMA APERTADO E ENFRENTA NOVOS DESAFIOS.

Thatyhelly Pires Lopes
24/11/2013 - 14:00

A Defesa Civil de Talismã tem um cronograma apertado e enfrentam novos desafios, na última quarta-feira (23), retomou a obra de construção de barreiras pneumáticas localizadas na Fazenda Diamante II, que estava parada desde 2010, cujo objetivo é impedir o assoreamento da cabeceira do Córrego Bacabinha e o resultado é surpreendente e diversas outras barreiras serão construídas. Também no município está sendo executado o Plano de Combate a Seca, previsto no Plano de Contingência do Município, que tem 05 fatores de risco e “SECA” é um deles.

HISTÓRICO:

A desertificação começou a ser discutida pela comunidade científica nos anos 30, decorrente de um fenômeno ocorrido no meio oeste americano conhecido como Dust Bowl, onde intensa degradação dos solos afetou uma área de cerca de 380.000 km2 nos estados de Oklahoma, Kansas, Novo México e Colorado. Este fenômeno motivou os cientistas a iniciarem um conjunto de pesquisas e a mencionarem tal processo como sendo o da desertificação, isto é, a formação de condições de tipo desértico em áreas de clima semi-árido.

Desde esta época, os pesquisadores vêm dando atenção aos fenômenos que ocorrem nas regiões semi-áridas de todo o mundo, aquelas sujeitas a secas periódicas, e a constatação mais evidente é a de que estas áreas, por suas características físicas e limitações naturais, concentram as populações mais pobres e estão sujeitas a maiores níveis de degradação.

Mas foi somente no início dos anos 70, quando ocorreu uma grande seca na região localizada abaixo do deserto do Sahara, conhecida como Sahel, onde mais de 500.000 pessoas morreram de fome, que a comunidade internacional reconheceu o impacto econômico, social e ambiental do problema, estabelecendo um programa mundial de ação para combater a desertificação.

O Município de Talismã, por meio do Grupo Raiz da Terra, vem desde 1998, se preocupando seriamente com a preservação do meio ambiente e do bem estar de sua comunidade e com a criação da Defesa Civil Municipal, o trabalho saltou as fronteiras e hoje faz parte da campanha Internacional “Cidade Resiliente”. Uma cidade resiliente é aquela que tem a capacidade de resistir, absorver e se recuperar de forma eficiente dos efeitos de um desastre e de maneira organizada prevenir que vidas e bens sejam perdidos.

O lançamento no Brasil da Campanha Construindo Cidades Resilientes: Minha Cidade está se Preparando, da Estratégia Internacional para a Redução de Desastres (EIRD), da Organização das Nações Unidas (ONU), é uma iniciativa da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, e pretende sensibilizar governos e cidadãos para os benefícios de se reduzir os riscos por meio da implementação de 10 passos para construir cidades resilientes. 

Consciente de que o município é quem realiza a primeira resposta em situações de crises e emergências, foi fundamental a união do primeiro, segundo e terceiro setor no desenvolvimento das ações inovadoras que engajou a cidade na redução das vulnerabilidades. Para isso, foi necessário que o município se reconhecesse como público alvo e agente promotor e realizador da Campanha. 

O objetivo da ação é aumentar o grau de consciência e compromisso em torno das práticas de desenvolvimento sustentável, como forma de diminuir as vulnerabilidades e propiciar o bem estar e segurança dos cidadãos. 

A redução de riscos de desastres ajuda na diminuição da pobreza, favorece a geração de empregos e oportunidades comerciais, a igualdade social, ecossistemas mais equilibrados e ainda atua nas melhorias das políticas de saúde e de educação.

O Município de Talismã nos dias 06 e 07 de março de 2010, implantou o seu primeiro Projeto de Combate a seca (PROJETO S.O.S NATUREZA 2010), onde foi estudado e comprovado a necessidade de implantar ações imediata na contenção de diversos pontos de erosões dentro do perímetro municipal, então foi escolhido para dar inicio as ações, o Córrego Bacabinha, situado na Fazenda Diamante II, que está sofrendo com o assoreamento, então reuniram, Produtores rurais, professores, alunos, topógrafos, biólogos, geógrafos, Fiscais ambientais, ambientalistas e educadores ambientais. No primeiro momento foi realizada uma pesquisa no Município e após a escolha do local, foi estudada a área, na sequencias foi levantado curva de nível, e depois foi implantado o Plano de Gerenciamento de Risco – Combate a Seca: Correção de Área Degradada – Assoreamento da Nascente do Córrego Bacabinha – Fazenda Diamante II, Município de Talismã Setor “C”, sendo construídas barreiras de contenção com Pneus, construídas em  07/02/2011.

Em 2013, o município de Talismã, investe pesado no COMBATE À DESERTIFICAÇÃO E MITIGAÇÃO DOS EFEITOS DA SECA, onde a Prefeitura, Grupo Raiz da Terra, Associações de Pequenos Agricultores e o Deputado Estadual José Roberto Ribeiro Forzani, Defesa Civil Municipal, Regional, Estadual, Nacional e Naturatins, estão juntos na execução do Programa de Ação Municipal de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.

OBRAS CONSTRUÍDAS:
Barreiras de contenção pneumáticas;
Poços artesianos
Barraginhas
Cacimbas
Represas
Outros;

Em caso de Emergência o transporte de água potável em veículos adequados, para que possa minimizar o problema. Também outros métodos poderão ser adotados segundo a necessidade e condições técnicas e financeiras dos envolvidos.

METODOLOGIA:

A Prefeitura Municipal de Talismã por meio da Defesa Civil Municipal realizará visitas domiciliares as famílias menos favorecidas e a Secretaria Municipal de Administração promoverão reuniões com potenciais parceiros para juntos minimizar o impacto da seca, na sequencia realizar a Ativação do Plano de Contingência com o risco SECA, reunir os com os interessados aos benefícios gerados com a execução do Programa de Ação Municipal de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.

Para executar as ações previstas neste programa, o Município e seus parceiros Assinarão um Termo de Parceria, onde cada uma das partes possui direitos e deveres a serem cumpridos.

Na perfuração dos poços artesianos, o Deputado Estadual José Roberto Ribeiro Forzani (PT), entra com a maquina de perfuração, o município fornece o apoio logístico, os servidores para manusear a maquina e o beneficiário fornece a alimentação dos trabalhadores e o material utilizado no poço.

Para construção das represas, barraginhas, cacimbas, o Município, fornece uma retroescavadeira, operador, assistente para acompanhar os trabalhos quando necessário e a outra parte fornece o diesel, a alimentação dos servidores colocados a disposição. Neste atendimento será realizado o sorteio entre os presidentes das associações (Em caso de assentamento), e depois entre os associados que serão atendidos por ordem cronológica, mas tendo como prioridade as represas de uso Comunitárias e que serão atendidas a critério da Defesa Civil de Talismã, pois estes locais são Bases da COMPDEC – TALISMÃ, que fará uso das águas em caso de necessidade.  Estas bases são escolhidas pelo Coordenador Municipal de Defesa Civil de Talismã, sendo considerada a acessibilidade e o potencial de armazenamento por maior período.

As Barreiras de Contenção o Poder Publico Municipal designa os servidores a serviço da Defesa Civil Municipal, para montagem das colunas pneumáticas e o beneficiário, fornece o material a ser empregado e a alimentação da equipe.

Já os outros métodos do Programa de Ação Municipal de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, dependem de outras formas de ajustes entre as partes, que avaliará as condições técnicas e financeiras de cada uma das partes.

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