A Defesa Civil recebeu desde o início do ano, 28 solicitações para o serviço de captura de abelhas na cidade. O trabalho é feito assim que o Registro da Ocorrência é concluída, são atendidos pedidos acionados pelo telefone de emergência (63) 3385 – 1246 e (63) 8473-1148, de acordo com informações da Divisão de Prevenção a Desastres.
Nesta quinta feira (18), a Defesa Civil de Talismã, chamou a Associação dos Apicultores do Norte (Porangatu-GO), para fazer a retirada de três colmeias que estavam instaladas no quintal da Borracharia Canarinho. Os apicultores estavam precisando de novos enxames para compor o seus apiários e desta forma estiveram fazendo a captura e esta é a segunda vez que os apicultores são chamados para receberem as abelhas.
Qualquer pessoa pode acionar o setor e fazer a solicitação. “Temos uma equipe composta por, um técnico apicultor e um auxiliar que visita o local e utilizando um equipamento de segurança captura as abelhas, a partir da abelha rainha. Para isso, é usada uma caixa onde elas são presas. Toda a operação é no sentido de retirar as abelhas do lugar sem matá-las, já que matar abelhas é um crime ambiental”, afirma o Coordenador da Defesa Civil João Carlos Lopes.
A presença de maior número de enxames na cidade torna-se mais comum em estações do ano mais quentes. É nessa época que elas se deslocam do campo para a cidade e acabam se instalando em áreas onde há muito verde. Por esse motivo tem sido muito comum as solicitações dos moradores.
A Defesa Civil de Talismã quase não registra ataques a crianças, isto devido ao trabalho do Nucleo de Defesa Civil implantado em cada unidade escolar do Municipio e que é formado por um professor e um aluno por sala e desta forma o trabalho de prevenção é realizado com sucesso, mas crianças gostam de brincar com as abelhas sem saber do grave perigo que correm, pois uma ferroada pode até mesmo ser fatal para quem tem grave alergia a picadas de insetos. João Carlos Lopes, alerta que é importante que, ao notar um enxame de abelhas em casa, a pessoa deve ligar para a Defesa Civil solicitando a ida ao local. “Quanto mais rápido isso acontecer, mais rápido a pessoa estará em maior segurança. Atendemos todos os pedidos, dando prioridade, claro, para aqueles casos de ataque às pessoas”, finalizou.