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BRIGADA
MUNICIPAL DE
PREVENÇÃO E COMBATE AOS INCÊNDIOS
FLORESTAIS
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Centro - Talismã - TO.
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Horário
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Funcionamento:
24
horas
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Reportagem: ASCOM/RAIZ DA TERRA
Imagem: ASCOM/RAIZ DA TERRA
17/10/2017 - 11:00
A Defesa Civil de Talismã, faz o monitoramento via Satélite diariamente, ao perceber focos de queimadas no município que não esteja no agendamento, imediatamente a Base Pluviometria da área é acionada e questionada sobre o fato e caso a mesma não sabe informar, uma equipe desloca até o ponto de combustão, no caso de queimadas, a propriedade é notificada e uma vistoria é realizada, onde é observado se há alguém fazendo o controle, quantas pessoas estão na área, maquinas, equipamentos e assessórios usados e se há aceiro. Já no caso de incêndio Florestal, os Brigadistas se identificam e se informam da situação e oferece apoio. No caso de necessidade de uma equipe maior, os brigadistas são acionados e conduzidos ao incêndio.
O monitoramento de queimadas em imagens de satélites é útil para grandes áreas e regiões remotas sem meios intensivos de acompanhamento, como é o caso do Brasil.
No monitoramento são utilizados todos os satélites que possuem sensores óticos operando na faixa termal-média de 4um e que o INPE consegue receber. Atualmente, são processadas operacionalmente, na Divisão de Satélites e Sistemas Ambientais - DSA do INPE as imagens AVHRR dos satélites polares NOAA-15, NOAA-16, NOAA-18 e NOAA-19, as imagens MODIS dos satélites polares NASA TERRA e AQUA, as imagens dos satélites geoestacionários GOES-12, GOES-13 e MSG-2. Cada satélite de órbita polar produz pelo menos um conjunto de imagens por dia, e os geoestacioários geram algumas imagens por hora.
Para o monitoramento diário é usado o satélite de referência, o contato visual e contato com as Bases Pluviométricas distribuídas em pontos estratégicos do Município. O satélite referência é o satélite cujos dados diários de focos detectados são usados para compor a série temporal ao longo dos anos e assim permitir a análise de tendências nos números de focos para mesmas regiões em períodos de interesse. De 1999 a 09/agosto/2007 foi utilizado o NOAA-12, e a partir de então o AQUA_M-T (Para inúmeros estados a série existe desde 1992).
Mesmo no satélite referência, a relação foco x queimada não é direta nas imagens de satélite. Um foco indica a existência de fogo em um elemento de resolução da imagem (píxel), que varia de 1 km x 1 km até 5 km x 4 km. Neste píxel pode haver uma ou várias queimadas distintas que a indicação será de um único foco. E se uma queimada for muito extensa, ela será detectada em alguns píxeis vizinhos, ou seja, vários focos estarão associados a uma única grande queimada. Ainda, é comum uma mesma queimada ser detectada por vários satélites.
Mesmo com um número considerável de satélites, algumas queimadas não conseguem ser detectadas. As seguintes condições impedem ou prejudicam muito a detecção das queimadas:
-Frentes de fogo com menos de 30 m;
-Fogo apenas no chão de uma floresta densa, sem afetar a copa das árvores;
-Nuvens cobrindo a região (atenção - nuvens de fumaça não atrapalham!);
-Queimada de pequena duração, ocorrendo entre as imagens disponíveis;
-Fogo em uma encosta de montanha, enquanto que o satélite só observou o outro lado;
-Imprecisão na localização do foco de queima, que no melhor caso é de cerca de 1 km, mas podendo chegar a 6 km.
O erro na localização dos focos de queimadas apresentados em trabalhos de validação indicam que o erro na média é ~400 m, com desvio padrão de ~3 km; cerca de 80% dos focos estão em um raio de 1 km das coordenadas indicadas (Fonte: http://www.inpe.br/queimadas/faq.php).
Mais informações: 63 98473 - 1148.
























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