
Coordenadoria de Defesa Civil de Talismã realiza mais uma captura de enxame de abelhas próximo as residências
João Carlos Lopes
07/12/2014 - 09:00
Abelhas africanizadas são conhecidas pelo alto grau de agressividade e capacidade de atacar coletivamente. A proliferação de abelhas africanizadas, espécie híbrida do cruzamento de abelhas-africanas com raças europeias, - também conhecidas como assassinas devido ao alto grau de agressividade e à capacidade de atacar coletivamente as possíveis ameaças às suas colônias, deixou a Defesa Civil de Talismã em estado de alerta. No ultimo Sábado (06), agentes se deslocaram até a esquina da Rua 10 com a Avenida Rio Santa Tereza – no Centro da Cidade para capturar e remover uma colméia que estava em uma trepadeira. O trabalho de captura e retirada durou cerca de uma hora.
A Defesa Civil de Talismã também atende outros municípios da região para retiradas do inseto. A cidade de Alvorada do Tocantins apresenta grande numero de ocorrências deste gênero. No caso de Talismã e Alvorada, não é uma situação de pânico, porém de alerta, principalmente porque é verão. O desmatamento obrigam as abelhas saírem de seus habitat natural e acabam invadindo o centro urbano. Houve um aumento de demandas para a retirada de colméias de 2009 até a presente data.
A Defesa Civil pede que ao verificar uma colméia, o morador deve ligar para os telefones : (63) 3385 – 1246 – Plantão (63) 8473 - 1148.
Uma picada pode matar pessoa alérgica:
Uma picada de uma abelha africanizada já é suficiente para causar a morte de uma pessoa alérgica. O ferrão delas contém veneno. São perigosas, mas geralmente só atacam quando são incomodadas. A partir de 200 picadas, em um adulto não alérgico, dependendo do tamanho ou peso da pessoa, o ataque pode ser fatal.
As abelhas chegaram ao Brasil há 50 anos, quando um pesquisador as trouxe para São Paulo, pois produziam mais mel que as europeias, consideradas mansas.






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