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COORDENADOR DE MOBILIZAÇÃO E MINIMIZAÇÃO DE DESASTRES DA CEDEC-TOCANTINS FALA DA NOVA PERSPECTIVA PARA A REDUÇÃO DO RISCO DE DESASTRES

 

Nas últimas décadas têm sido marcadas por uma escalada de perdas econômicas e comuns para o desenvolvimento humano, devido a desastres “naturais”. Cada vez mais existe um reconhecimento crescente de que os desastres e as catástrofes não são “naturais” e que as medidas podem ser tomadas para manejar o risco e reduzir as perdas. No entanto, enquanto que a redução do risco de desastres pode parecer simples na teoria, ela é complexa na prática.

Uma metodologia para determinar a natureza e o grau de risco através da análise de possíveis ameaças, é a avaliação das condições existentes de vulnerabilidade de uma comunidade que em conjunto poderiam prejudicar potencialmente a população, a propriedade, os serviços e os meios de sustento expostos, assim como o ambiente do qual dependem.

O conceito e a prática de reduzir o risco de desastres mediante os esforços sistemáticos dirigidos para a análise e a gestão dos fatores causadores dos desastres, inclui a redução do grau de exposição às ameaças, a diminuição da vulnerabilidade da população e da propriedade, uma gestão sensata dos solos e do meio ambiente e o melhoramento da preparação diante dos eventos adversos.

É notório que muitos municípios não estão preparados para as consequências que os eventos adversos trazem, sejam eles naturais ou provocados pelo homem, diante das amaças e vulnerabilidades é necessário um maior envolvimento dos gestores públicos e também de cada membro das comunidades. As avaliações de risco (e os mapas de risco) incluem uma revisão das características técnicas das ameaças, tais como sua localização, intensidade, frequência e probabilidade; a análise do grau de exposição e de vulnerabilidade, incluídas nas dimensões físicas, sociais, de saúde, econômicas e ambientais e a avaliação da eficácia das capacidades de enfrentamento de cada comunidade. Às vezes, esta série de atividades é conhecida como processo da análise de risco.

É importante que tenhamos em mente que algumas vezes o termo “redução de desastres” oferece um melhor reconhecimento da natureza constante do risco de desastres e do contínuo potencial que existe para diminuí-los.

Colaboração: 1º Tenente Diógenes Madeira

Reportagem: Reportagem: Assessoria de Comunicação Raiz da Terra

Postado por Informativo Talismã Agora às 17h10min. 22 de dezembro de 2011

 

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  • A Defesa Civil deve estar sempre pronta a acolher a todos que dela, voluntariamente, se propuserem a participar. Pelos interesses comuns deve ser também um sistema envolvente porque integra todas as atividades, quer públicas ou particulares, povo e governo, tanto na cidade quanto no campo.

    A COMDEC deve estar devidamente estruturada para:
    EDUCAR, no sentido de preparar as populações;
    PREVENIR, sugerindo medidas e obras públicas para os pontos críticos;
    PLANEJAR, elaborando planos operacionais específicos;
    SOCORRER, as vítimas, conduzindo-as aos hospitais;
    ASSISTIR, conduzindo os desabrigados para locais seguros, atendendo-os com medicamentos, alimentos, agasalhos e conforto moral, nos locais de abrigo ou acampamentos; e
    RECUPERAR, a fim de possibilitar à comunidade seu retorno à normalidade.


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